LIVROS
 


A Ginga e o Jogo

 
 

Uma coletânea deliciosa. Um bate-bola apaixonante de Armando Nogueira com o seu leitor. Os textos apresentados em "A Ginga e o Jogo" transcendem o ofício do cronista esportivo. São pequenas confissões, comentários, histórias curiosas e engraçadas. É a verve do jornalista que se tornou uma referência neste universo de saques, voleios, dribles, toques e pênaltis. Tem o fascínio de uma Copa do Mundo, a raça do torcedor, a disputa dos clubes, a grandiosidade das olimpíadas. É a superação do homem - quando o atleta se torna quase divino. É a catarse do esporte, o espírito de time e o gesto solitário dos campeões. Em "A Ginga e o Jogo", o leitor vai se emocionar com os bastidores do futebol e seus ícones - Romário, Pelé, Garrincha, Ademir da Guia e tantos outros. Vai relembrar momentos cruciais de grandes atletas brasileiros - como Paula, Guga, Rodrigo Pessoa - e vai se divertir com os bastidores do esporte. É a ginga de quem sabe como jogar com as palavras e as emoções.


A Chama que Nao Se Apaga

 

A obra é recheada de inúmeras crônicas sobre as Olimpíadas. Armando Nogueira, o poeta do esporte, nos conta tudo que envolve as diversas modalidades olímpicas, inclusive os bastidores.

Através dos textos desta obra, vocês irão conhecer fatos curiosos como o ocorrido na maratona das Olimpíadas de 1904, quando o americano Fred Lordz, que ganhara a prova, foi desclassificado por ter pego carona num automóvel. Ainda nesta prova o africano Lentauw foi atacado por dois cachorros irados, fazendo com que gastasse em 500 metros o fôlego que vinha economizando.
 


O Canto dos Meus Amores
 

 

O olhar poético e a paixão pelo esporte do jornalista e escritor Armando Nogueira estão traduzidos na seleção de crônicas reunidas nesta obra. Redigidos ao longo de sua carreira, os textos passeiam por modalidades esportivas tão distintas quanto o vôlei, o automobilismo, a natação, o tênis, a corrida e, como não poderia deixar de ser, o futebol – a maior paixão nacional.

Além de escrever sobre vários atletas e competições, Armando, em um de seus textos, fala da sua própria experiência como desportista, na crônica Bolas de Minha Vida. O nosso poeta também nos conta sobre uma passagem curiosa ocorrida após a derrota da seleção brasileira na final da Copa de 50, envolvendo um jogador do Uruguai, que acabou ficando triste. No livro você descobrirá o por que.


O Vôo das Gazelas

 

Os deliciosos textos reunidos neste livro justificam de modo substantivo a altíssima nomeada que Armando conquistou com sua prosa. Simples, direta, sem ornamentos supérfulos, ela tem elegância e clareza e é sempre tocada por grande calor humano, a que não faltam, onde cabíveis, comunicativos toques de humor. São textos exemplares, que bem poderiam - e até deveriam - ser adotados como exemplos do bem escrever.

Seja-se ou não aficionado de futebol ou de outros esportes menos populares, todos vibraremos com estas crônicas e poemas, que nos tocarão o espírito e o sentimento, enriquecendo-nos como participantes e expectadores do maravilhoso jogo da vida.


A Copa que ninguém viu e a que não queremos lembrar
 
  
 

Eles estiveram lá. Espectadores anônimos no meio de 200 mil pessoas, presenciaram o silêncio que se abateu sobre o Maracanã no fatídico 16 de julho de 1950. Não quiseram aprender a lição e, quatro anos depois, lá estavam os três assistindo ao Brasil perder a chamada "Batalha de Berna", na Suíça. Testemunhas oculares das duas derrotas fragorosas da seleção brasileira de futebol, Armando Nogueira, Jô Soares e Roberto Muylaert rememoram numa verdadeira linha de passe as Copas de 54, que quase ninguém viu, e de 50, que quase todos querem esquecer. O resultado é um relato sem a amargura dos derrotados nem o ódio dos injustiçados. Afinal, as duas derrotas prepararam a seleção para as vitórias que nos deram a taça Jules Rimet.


Drama e Glória dos Bicampeões
 




 

 
   Escrito no Chile, durante a Copa do Mundo de 1962, o livro narra de forma vibrante os principais acontecimentos de bastidores e de palco da gloriosa conquista do futebol brasileiro.

Solto e leve como o futebol que se jogava naquela época, o livro faz desfilar em nossas mentes os dribles maravilhosos de Garrincha, os passes em curva de Didi e a fúria avassaladora de Vavá e Amarildo.

O leitor, seja ou não torcedor de futebol, não poderá deixar de se envolver emocionalmente com o drama vivido por Pelé que culminou com uma distensão da virilha durante a partida com a Tchecoslováquia.

Ficha de todos os jogos, com local, placar, escalações ,etc. Ficha dos atletas e material fotográfico complementam esse livro maravilhoso.
 


 
O Homem e a Bola


 

Nesta obra do final dos anos 80 Armando Nogueira constrói um livro que é como um pendulo entre poesia e crônica .

O livro é perpassado por textos levíssimos onde o autor parece " brincar" com palavras de um repertório  não só profissional como também afetivo . Aqui  ele  ajuda o leitor a  desvendar os mistérios que envolvem a relação do homem com a bola. " Bola é magia, bola é movimento. Brincar com ela é descobrir  a harmonia e o equilíbrio do universo" . Personagens, memórias, pequenas lições que o futebol ensinou ao cronista e que ele, generosamente, através  deste livro, passa para todos nós.

É uma publicação da Editora Globo de 1986


Na Grande Área

O livro  NA GRANDE ÁREA  contém 41 crônicas, todas antológicas, publicadas  pelo autor  entre 1964 e  1966. É um livro pequeno, de 137 páginas  onde o autor   consegue expor  todos os sentimentos  de alegria , paixão e desespero do torcedor de futebol. "Tudo acontece na grande área", ele afirma no primeiro texto. E acontece mesmo. Vale a pena  ler um trecho do  prefácio do companheiro de trabalho Otto Lara Resende." 

Mais do que um certo jogo ou um determinado jogador, o que anima NA GRANDE ÁREA, o que lhe dá alma, é a paixão avassaladora do futebol.É o futebol a fonte inspiradora que monopoliza a atenção de Armando Nogueira e tanto basta para alinhá-lo entre os melhores cronistas do nosso tempo " 
 

Na Grande área foi publicado pela Bloch Editores  em 1966 e está esgotado. 
 


Bola na Rede

"BOLA NA REDE"   é uma edição dos textos do cronista, selecionado e comentados  - com um notável  trabalho de organização, notas e estudos -  pelo Professor Ivan Cavalcante Proença. Ele  encontrou no material  publicado na imprensa  tudo o que precisava para fazer uma obra paradidática.  O livro é dividido em capítulos de grande originalidade  onde o autor se detém sobre os craques, sobre o social e o lírico, sobre o humor e a bola. Fala também dos sofredores, em crônicas já consideradas clássicas na literatura  esportiva  brasileira. Também esgotado, foi publicado em 1973 pela José Olympio Editora. 
 



Bola de Cristal

Um diário, este " Bola de Cristal", livrinho imprescindível na trajetória do cronista. Com 138 páginas de texto e desenhos lindíssimos do artista plástico Rubens Gerchman, o livro na verdade é um diário da Copa de 86, no México.

O cronista registrou tudo: chute a chute, passe a passe, gol a gol.
Editora Globo, 1987.

 
 


 

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Revista do Armando Nogueira © 2005